disk-roubada

Eu tenho um amigo que gosta de beber. E gosta de falar, também. Um belo dia o menino, que estava de trilili com uma menininha, tomou um porre e esqueceu da ficante. Ou pelo menos ACHA que esqueceu. No dia seguinte: – Oi gata, tudo bem? Desculpa não ter te ligado ontem, meu celular acabou ficando sem bateria, não consegui carregar, mas eu ia te ligar… blablabla – COMO ASSIM? – É, eu sei, é foda. Eu pensei muito em você, mas sem bateria ficou difícil… – VOCÊ É LOUCO? VAI SE TRATAR! – Hã? Por que? Credo… Desculpa… – VOCÊ ME LIGOU ONTEM! Me ligou e ficou mais de 30 minutos no telefone. Inclusive, combinou de me levar hoje no jogo do São Paulo e depois você disse que íamos num bar na Cantareira. Aliás, eu to te esperando AGORA, pronta, pro jogo. tu-tu-tu-tu…

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O MANO

Beber inspira o ser humano, já dizia Vinícius de Moraes. Nesse sentido, Eu tenho um amigo que quando embriagado também tem seus devaneios.

Seja poesia ou nao, acredito que sempre vale registrar os momentos.

Aí vai o pensamento do rapá

“O Mano”

Quando eu tiver um mano, ele vai se chamar Herrar.

Porque Herrar é o mano!

Fin.

(This is what happens when you drink on your day off)

RED SHIRT

Aproveitando o gancho dos micos das amigas, lembrei de um causo que um grande amigo do trabalho me contou (afirmando ser uma história de um amigo dele, vaisabê!).
Enfim, esse amigo do meu amigo se identificou bastante com o causo “Sangue em Riviera”, e assim decidiu também compartilhar algumas risadas com essa amiga que cá vos escreve.

O rapá estava de rolo-rolinho com uma mulé gente fina, chica bacana, daquele tipo pau-pra-toda-obra sabe? Pois é, os dois sabiam curtir os momentos juntos na rua, na chuva e fazenda….e foi pra lá mesmo que eles foram, passar um final de semana tranquilo num sítio de amigos.

Como química era o que nao faltava, o rala-e-rola nao poderia ter uma atmosfera melhor. O único problema é que, para azar do casal, a mina tinha sim ficado de chico bem naquele final de semana. Eita, que azar!

Mas como os hormônios facilmente falaram mais alto, o amigo nem deu muita importância para o pobrema da mulé e aproveitaram sim o final de semana, mesmo embaixo de sangue. Algumas pecas de roupa machadas sim, mas sem maiores consequências.

O único problema foi que, o amigo lesado, esqueceu de dar fim nas provas do crime. Isso mesmo. E após um almoco de família naquela mesma semana, qual foi a surpresa da sua mae ao encontrar uma camiseta imunda de sangue na mala ainda nao desfeita

Mae: Filho do céu, o que foi isso? O que aconteceu com você?

Tia: Nossa, isso parece sangue!

Avó: Ai meu Deus, você se machucou meu filho?

Pai: (..).

E nao mais que de repente todos ficaram em silêncio.

Afêeeeeeeeeeeeeee!
Ecat!

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Traaashhhhh

Com tamanho sucesso do blog, nossos AMIGOS também se animaram na divertida empreitada de divulgar suas histórias treze e cabeludas na internéé, esse veículo de informação tão útil não é mesmo minha gente?!?! Ainda mais quando a utilidade é escrachar a vida própria e alheia.

Lá vai…

Eu tenho um amigo… Um não, eu tenho uma TURMA de amigos que se contar ninguém acredita de tão zuado. Óbvio que se não tivesse acontecido com eles eu não acreditaria devido ao teor medonho da história.. How low can you go….

Tudo começou em uma sexta pré carnaval, nós iríamos todos para São Luis do Paraitinga . Uma parte da turma resolveu ir dormir cedo na sexta e se guardar para os próximos 4 dias que nós já sabíamos que não iriam ser fáceis. Outros três integrantes do sexo masculino ( que aqui serão denominados de amigo nº1,nº2 e nº3)que comem cocô resolveram ir onde??? Na trash 80´s- Sem maiores explicações porque o nome já diz tudo.

Chegaram ao recinto completamente embriagados e nos 5min do 1º tempo o amigo nº1 já começou a se engraçar com uma morena bem gatinha e como é de praxe pegou primeiro e só depois foi conversar e ver se valia a pena mesmo. E não é que valia? Eles bateram um super papo, o bejio era bom, a menina bontininha, a conversa entre os catos era ótima e obviamente ele acabou trocando telefone e ficando de namoradinho com ela a maior parte de tempo. Solidário que é ficou sabendo que sua moreninha estava acompanhada de sua prima que por sinal também era bem gatinha e com cara de pistoleira (de que sabe fazer bem o negócio. Sic) e resolveu agitá-la para seu amigo nº2.

Como todo homem ( inclusive nosso amigo nº2 que no geral não faz o tipo guerreiro) não resiste à uma vagabunda, não pensou meia vez e correu pro abraço. Os relatos foram que depois dessa mina  o nosso amigo nº2 exorcizou o bonzinho que lhe possuía e virou o maior pegador da noite! Mas obviamente que a quantidade de meninas era inversamente proporcional ao nível delas. DÁ PRA IMAGINAR? Pelas contas dos nossos amigos nº1 e nº3 o estrago foi feio e ele chegou a pontuar mais de 5.

Lá pelas tantas o amigo nº 1 já estava fazendo promessas pós-carnaval para a moreninha gostosinha e o amigo nº3 que estava sumido pelos cantos daquele antro de perdição desde o começo da noite, reapareceu dizendo que o nosso amigo nº2 ,O pegador, estava passando mal no sofá. Ah vá! Num tem quem diga né? Depois de beber e pegar todo mundo, surpresa seria se ele estivesse lá dançando sendo xavecado pela Gretchen.

Quando nosso amigo nº1 foi ver o estrago, o nosso amigo nº2 estava jogado no sofá com –segue a descrição do amigo nº1- “UMA COISA GORDA,,, MAS MUITO GORDA,   A MINA ERA ALGO MUITO GRANDE ,,, O DIAMETRO DO BRAÇO DA MINA ERA MAIOR QUE MEUS OMBROS ……ERA ALGO QUE DAVA MEDO” (Afffeeeeeeee)

Então o amigo nº1 foi chegando perto e viu que tinham uns gorfos no chão oamigo nº2 todo gorfado tentava murmurar algo como – Saaaaaiiii Dãããããquiiiiiii pra aberração e a tal bola de sebo insistia em ajudá-lo ( ajudava beijando). O amigo nº1 vendo o desespero de seu comparsa falou para a moreninha gostosinha que seu amigo estava mal e que ela esperasse que ele resolveria situação em dois tempos. Ahãm

Chegou lá e botou moral. Disse pra rolha de poço que ele iria cuidar do amigo e adivinhem qual foi a resposta? – “ Mas EU estou com ele” ( Ah jura? E vc faz tão bem pra ele né?). Disse que estava cuidando dele mas pela cara de tristeza do nosso amigo ela tava tentando mesmo era fagocitá-lo com aquele corpo imenso.

Nosso amigo nº1 pensou: Tenho o que salvá-lo!!! Mas como?? Quem poderá nos defender???

A primeira coisa foi arrancar a menina a força dali mas devido a sua massa corpórea seria difícil, mesmo do alto dos seus 1.90m de altura sua integridade física estaria ameaçada.

Logo, em um ímpeto de coragem+-desprendimento+ solidariedade+falta de noção+ fome de cocô ele fez o improvável: Enquanto a COISA discutia com ele e o amigo nº2 suplicava no sofá, ele tascou UM PUTA BEIJO NA BOCA DA GORDA. (!!!!!!!!!!) Aí não teve jeito né segundo ele sentiu apenas aqueles braços enormes o espremendo numa espécie de abraço.. Tipo uma prensa mesmo. Nessa hora descobriu porque nosso amigo nº2 estava passando tão mal. (5 conto que a mãe dele dizia pra ele quando criança “ Como você não gosta de cebola?? Nunca nem experimentou muleque!” Aí, Ó! deu nisso). Só depois de uns 15 min (uma eternidade) quando o nosso Super man já estava quase sem ar morrendo asfixiado e esmagado ela o soltou… Ufa.

Sem pestanejar aproveitou a deixa jogou aquele trapo humano do nosso amigo nº2 nos ombros e foi pra fila pagar e ir embora… Nisso ele olha para trás e está o nosso amigo nº3 SIMIJANDO de rir e a moreninha gostosinha olhando pra ele com cara de espanto e obviamente puta da vida.

A moreninha gostosinha que estava na dele nunca ligou mas pelo menos ele salvou o nº2.

Conclusão: Salvou um amigo mas perdeu a buceta. Aliás, trocou a picanha por um monte de colchão mole… Que nojo…

Hahahahahahahah ( Risada Maligna)

Take a walk into the wild side

Eu tenho uma amiga que tem um amigo que… No meio de uma conversa sobre grandes experiências sexuais, comentando algo inusitado que havia feito, soltou a pérola:

– De pé na rede é bom!

Todos: Como assim de pé na rede? Vc de pé e ela na rede? A rede no chão?

– Não, de pé na rede, mesmo. Ué, vcs não gostam de aventura?

Ah, sim… aventura! Que tal de pé na rede em cima de um lago de piranhas? Isso é que é aventura!

Amor em tempos de vômito

Mais uma da série “internacional”, que gente fina nao é verdade?

Eu tenho um amigo que, quando morava lá pros lados nórdicos, costumava trabalhar num pub de boa qualidade num bairro classe A. Uma noite normal de trabalho, o dito cujo, ao terminar o trabalho resolveu ficar por lá mesmo ficar e tomar uns drinks na vasca. E assim foram umas dez daquelas Brown Ale. Cerveja vai, cerveja vem, o rapá acabou conhecendo uma amiga da barman que lá trabalhava, mulé charmosa de ares bem nórdicos. Papo vai, papo vem, meu amigo foi ficando levemente embriagado. Quando já bêbado recebeu a seguinte proposta mais que direta: Vamos pegar um táxi para minha casa? Meu amigo disse que estava tao pra lá que nem conseguia fechar os olhos enquanto a mulher lhe beijava. Foi parar no aerorporto, onde a infeliz morava, já com muita vontade de vomitar. Antes disso pararam no meio da rua para a mulé fazer xixi, mas o rapá nao queria deixar a doida tirar a calca no meio da rua com receio de que algum marmanjo poderia encher o saco, bem como nao queria ver tal cena patética. Ao entrar no apartamento da mulher, foi direto para o banheiro vomitar todas as cervejas e shots que havia bebido. Acabaram os dois dormindo sem qualquer possibilidade de pegacao durante a noite. Por estar dormindo coladinho com a mulher o infeliz do meu amigo acabou com sendo acordado com um jato de vômito diretamente na sua cara. Nao lembra se haviam resíduos sólidos naquele líquido sujo. Só viu que era tudo preto. Sem jeito, e com raiva, colocou a mullher no chuveiro, e quando pelada a mulé pediu que o bonitinho saisse do recinto. Ahaha! Com uma paciência que nao dá para acreditar, meu amigo ainda esperou a bonita sair do banho para assim poder tomar uma ducha e tirar o cheiro azedo do corpo. Depois do banho a mulé trocou toda a roupa de cama, e assim meu amigo foi novamente dormir para tentar esquecer aquela sujeira toda. Acordou com aquele “bucetao” (palavras dele…) imenso bem cara, o que de fato lhe deu algum tesão. Assim deu uma encochada, enroscou as pernas, apertou, mas sem qualquer reacao da mulher. E assim voltou com roupa toda suja de vomito para casa, fedendo, e ainda com dor no saco! Afêeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

Merdaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Madeiraaa!

Mais uma da série “eu tenho um amigo”, mas essa é bem mais engraçada!

Eu tenho um amigo que, um dia, conheceu uma fulana em um bar da Augusta. Conversa vem, pegação vai, os dois resolveram ir para um lugar mais reservado. No entanto, estavam duros (literalmente) e sem carro. Resultado: acabaram em um motel pulguento ali na região da Augusta mesmo.

Chegando lá, completamente embriagados, os dois subiram as escadas e, quando meu amigo foi tentar abrir a porta do quarto… Ele se desequilibrou e rolou toda a escada abaixo. Se arrebentou todinho, o coitado! Mas pensa que isso o impediu de finalizar o serviço? De jeito nenhum. Ele foi pro quarto, deu uma, duas, três, várias, e só depois, ainda bêbado, voltou pra casa.

O “problema” é que o bonito mora no meu prédio. E quando chegou na casa dele, constatou que havia perdido o celular e a chave de casa na queda. A irmã dele estava em casa, mas dormindo, e não acordou com o interfone. E adivinha onde ele foi bater, à 1h da manhã, no desespero, enquanto eu já estava de pijama na minha cama?

Minha mãe: Filha, o fulano ta aí na porta.

Eu: QUÊ? Fulano, que porra é essa na sua testa? Você apanhou?

Fulano: Não. Rolei a escada de um motel lá na Augusta e perdi a chave de casa. Posso dormir aqui?

Incrível é minha mãe continuar permitindo a presença dessa pessoa na minha casa depois dessa. Mereço?